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Covid-19: Andreia Rodrigues faz apelo: “Para quem não entendeu a violência do que se vive…”

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Andreia Rodrigues partilhou uma longa reflexão sobre o impacto da pandemia Covid-19 no País, no mesmo dia em que Portugal atingiu o recorde de 14 mil infetados…

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Andreia Rodrigues/Instagram

Esta quarta-feira, dia 20 de janeiro, Andreia Rodrigues recorreu ao Instagram para partilhar uma longa reflexão sobre o impacto da pandemia Covid-19 no País, no mesmo dia em que Portugal atingiu um novo recorde de 14 mil infetados e de mais de 200 mortos.

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A apresentadora partilhou mensagens que vários profissionais de saúde lhe enviaram e refletiu sobre a importância de se cumprir as medidas recomendadas pelo Governo, agradecendo também a todos os profissionais que estão na primeira linha no combate à pandemia: “Não é o primeiro post e, infelizmente, não será o último sobre o tema“, introduziu.

No Domingo pedi a quem está na linha da frente que partilhasse o seu testemunho para que, quem ainda não entendeu a violência do que se vive, se possa colocar no lugar de todos os que estão na linha da frente e assistem a este terror, dos que perdem as forças, dos que sucumbem a este inimigo sozinhos, num corredor! Mas também para respeitarem todos os que se sacrificam e todos os que a cada dia vão trabalhar para que os serviços permaneçam e permitam que a maioria fique em casa“, escreveu.

Ficar em casa para se protegerem e protegerem os que amam…será assim tão difícil?! (…) Ter seguidores nunca será mais importante do que os valores que defendo, interessa-me ter aqui quem é do bem, quem nutre empatia pelo outro, que sabe que ser é muito mais importante e valioso do que parecer! Ajudar, alertar e tentar salvar outros, através da sensibilização, será sempre mais importante“, acrescentou.

Faço este post para mais uma vez agradecer a todos os que têm de estar na trabalhar e a expor-se a este vírus! Agradecer aos médicos, enfermeiros, recepcionistas, auxiliares, empregados de limpeza nos hospitais, bombeiros e tantos outros (cada um com a sua importância), que entre corredores de sofrimento se debatem com o cansaço extremo, o medo, a frustração, médicos e enfermeiros que se arriscam para salvar muitos que não quiseram saber nem de si, nem dos outros“, prossegue.

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Mais de 200 mortos hoje! Ainda acham que é normal? A analogia que corre as redes dos “aviões que caem” todos os dias é perfeita! Talvez com histórias consigamos entender! E faço um apelo, sem excepção, devemos alertar para o que se vive, gritar bem alto para que entendam, dando voz a quem não tem. Por favor: Cuidem-se e cuidem de quem vos rodeia!“, conclui.

Veja a publicação na íntegra aqui.

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