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Familia

Como contar às crianças que o Pai Natal não existe, sem lhes destroçar o coração

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A história deste pai é tão querida que parece enfeitiçada pela própria magia de Natal…

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Apenas um Grinch tem prazer em desfazer a magia de Natal no que toca ao imaginário infantil, e à crença de uma criança no Pai Natal.

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Esta é daquelas conversas que pai nenhum quer ter. Mas com uma reviravolta de sabedoria a conversa pode, não só ficar mais fácil, como lembrar os teus filhos também da verdadeira essência desta quadra… O segredo?

Dizer-lhes que eles já são crescidos o suficientes para, em vez de receberem presentes do Pai Natal, tornarem-se, eles próprios, no Pai Natal.

Em declarações ao site GoodHouseKeeping, o pai explica:

“Na nossa família temos a tradição de explicar aos miúdos que eles já estão crescidos para receberem presentes do Pai Natal, transformando-se em alguém que passa de os receber para alguém que os dá. Desta forma, a imagem do Pai Natal é não só uma mentira que é descoberta, como algo que dá origem a uma série de boas ações… Afinal é esse o espírito de Natal! Quando eles têm 6 ou 7 anos e se começam a aperceber que o Pai Natal pode não ser mesmo uma pessoa, aí significa que estão preparados.”

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Apesar de no Jardim de Infância ser uma altura demasiado cedo para se fazer o que este pai aconselha, o que ele defende é que, em qualquer altura que se seguir, depende da escolha dos pais e daquilo que os pais acharem melhor para os seus filhos. E, quando acharem que a altura é a adequada, o pai aconselha a que saiam com os seus filhos para um ‘café’ e que lhe digam algo como:

“Tens crescido bastante nos últimos meses, não apenas em tamanho, mas em maturidade.” E, depois de apontados estes exemplos de crescimento, a verdade é revelada: “O teu coração cresceu tanto que eu acho que estás preparado para seres o Pai Natal.

Com certeza, já reparaste que a maior parte dos Pais Natais que vês são pessoas mascaradas de Pai Natal. Alguns dos teus amigos podem, até, ter-te dito que o Pai Natal não existe. Muitas crianças pensam assim porque não estão preparadas para serem o Pai Natal, mas tu estás.”

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O pai depois explica que a ideia é perguntar à criança se ela sabe o que o Pai Natal recebe, para além das tradicionais bolachas, levando a criança a concluir que o Pai Natal não recebe nada, fá-lo apenas porque tem bom coração e que o Natal se trata disso mesmo, de fazermos algo pelos outros, em troco de nada.

Este pai realça, ainda, a importância dos pais manterem a postura de que os seus filhos são agora mais velhos e, portanto, estarão capazes de cumprir esta tarefa. Depois, é altura dos pais revelarem os deveres do novo Pai Natal:

“É importante que a criança escolha alguém que conheça, como um vizinho, por exemplo. O dever da criança será o de descobrir algo que essa pessoa precise, que o compre, que o embrulhe e que o entregue. E o mais importante de tudo: que nunca revele de nde veio o presente! Porque, afinal de contas, ser-se Pai Natal não é querer-se ficar com os louros, é querer-se apenas fazer o bem pelos outros… É querer o bem, desprovido de egoísmo.

A história continua e o pai explica como se lembra de um filho que ofereceu um par de chinelos a uma vizinha carrancuda, depois de a ter visto apanhar o jornal a porta de casa descalça.

Apesar da origem desta história ser incerta, andou a circular em fóruns na internet durante anos e agora chegou ao facebook, lugar onde se tornou viral.

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Charity Hutchinson, que partilhou a história no Facebook, confessou ao jornal The Huffington Post que não sabe qual a origem da história, mas que, “pensado bem, acho-a brilhante!”.

Com dois filhos, Charity quer que os seus filhos acreditem no Pai Natal mas que, ao mesmo tempo, desfrutem da quadra natalícia pelo verdadeiro significado que ela tem, algo que envolver mais do que apenas presentes…

“O Natal significa ajudar os outros, dar sem esperar receber e estarmos gratos pelo que temos. Ao ler esta historia fez-me crer que, mesmo como cristã, devemos acreditar no Pai Natal e tornarmo-nos, um dia, nele, para que possamos fazer o bem pelos outros”, referiu.

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Queres fazer desta também a tua tradição de família? Partilha esta história e ajuda a partilhar a magia de Natal!

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