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Cláudio Ramos sobre fotografia de Georgina e Ronaldo: “É dantesca, ai que horror…”

O apresentador afirmou não gostar das poses de Georgina nas fotografias…

Publicado

em

Georgina Rodriguez/ Instagram

No passado dia 19 de Novembro, e através da sua página de Instagram, Cristiano Ronaldo fez questão de partilhar uma fotografia muito romântica.

Na imagem, CR7 surge deitado na cama do seu avião particular, ao lado de Georgina Rodríguez:

“Moments ❤️” (“Momentos”), escreveu na legenda.

 

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Moments ❤️

Uma publicação partilhada por Cristiano Ronaldo (@cristiano) a

Ora, esta foi precisamente a imagem que Cláudio Ramos fez questão de ‘analisar’ no programa “Passadeira Vermelha”.

Enquanto comentavam a pose que a modelo espanhola utiliza em quase todas as fotografias que publica, Cláudio Ramos afirmou:

“Esta última que ela publicou, ou penúltima, das últimas, com as botas encarnadas no avião com o Cristiano Ronaldo com as mãos em cima da perna dele, as fotografia é dantesca, ai que horror”, disse.

O comentador reforçou que é a sua opinião e que não está de maneira alguma a atacar Gio:

“(…) Nós defendemos bastante aqui a Georgina, agora eu posso gostar de umas coisas dela, eu sou o primeiro a dizer que ela foi a única mulher que chegou à vida de Cristiano Ronaldo e organizou ali tudo à maneira dela, que me parece uma belíssimo feito, uma coisa que quase não imaginávamos que acontecesse, mas as poses em fotografias é que…”, confessou.

Podes ver o momento aqui.

Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

Publicado

em

TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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