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Cláudio Ramos afirma: “Nada no meu contrato diz que eu na rua tenho de ser simpático com as pessoas…”

Cláudio Ramos expôs a sua opinião face ao reconhecimento do público na rua…

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Cláudio Ramos/Instagram

Esta terça-feira, 27 de agosto, foi para o ar mais um “Passadeira Vermelha”, na SIC.

A dada altura e na habitual rubrica “Desculpe como disse?”, onde são analisadas pelos comentadores frases de figuras públicas, foi comentada a frase de Filomena Cautela: “Tenho uma vergonha muito grande em ser reconhecida na rua. Lido mal com isso”.

A partir daí, as declarações da apresentadora deram aso a uma troca de opiniões sobre a abordagem das pessoas na rua.

Se por um lado Ana Marques e Liliana Campos consideraram que é um reconhecimento do público e que não são capazes de negar uma foto ou um beijinho a um fã, Cláudio Ramos afirmou pensar de maneira diferente.

“As pessoas têm de entender que eu sou pago para fazer um trabalho que tem um determinado horário, eu sei que quando faço este trabalho… corro o risco… que as pessoas venham ter comigo a rua, eu entendo (…) mas as pessoas também têm de entender que eu não sou ..um comando de televisão e funciono à vontade delas”, começou por dizer.

O ‘vizinho’ de Cristina Ferreira considerou depois que o público tem de perceber que é “uma pessoa como outra qualquer”, acrescentando:

“Eu funciono à minha vontade. E desde que eu cumpra o meu papel aqui sentado, é para o que me pagam. A mim não me pagam nem mais um tostão para que eu fora do estúdio seja mais simpático. Se eu rio, seu eu tiro é porque me apetece…”, sublinhou.

“Eu sou pago para fazer este trabalho… nada no meu contrato diz que eu na rua tenho de ser simpático com as pessoas”, concluiu ainda.

Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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