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Catarina Furtado faz apelo nas redes sociais: “Ajudem-me…”

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Catarina Furtado explicou que, devido à COVID-19, os atrasos nos projetos de solidariedade vão resultar em “13 milhões de casos de casamentos infantis e 2 milhões de casos de mutilação genital feminina”. A apresentadora pede ajuda para travar o problema…

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Catarina Furtado/Instagram

Catarina Furtado é embaixadora do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e, por essa razão, na passada semana foi uma das oradoras na apresentação do Relatório anual sobre População da agência das Nações Unidas.

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Preocupada e empenhada em ajudar os milhões de meninas e mulheres que, pelo mundo fora, sofrem com práticas como mutilação feminina, casamentos infantis, entre outras violações aos direitos humanos. A presidente da Corações Com Coroa e jornalista de Príncipes do Nada, deixou um sério apelo nas redes sociais.

Através do Instagram, onde partilhou uma fotografia da hora do seu discurso, Catarina Furtado explicou que com a pandemia global os atrasos nos projetos são ainda maiores. Defendeu que é necessário que a populações tome consciência disto para poder ajudar e o “envolvimento masculino” é crucial.

“São milhões as meninas, raparigas e mulheres cujas vidas lhes são roubadas por diferentes razões. O relatório alerta para as práticas nefastas que magoam as meninas, raparigas e mulheres e prejudicam a igualdade: os casamentos infantis, a mutilação genital feminina e a preferência pelos filhos homens (entre muitas outras violações dos seus direitos)”, explicou.

“Com a pandemia do Covid, os bons resultados que se estavam a conseguir em muitos países (muito embora ainda longe de serem cenários de igualdade) estão agora seriamente comprometidos! Os atrasos na implementação dos projectos deverão resultar em 13 milhões de casos de casamentos infantis e 2 milhões de casos de mutilação genital feminina! Não podemos deixar”, acrescentou.

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“O envolvimento masculino é um contributo muito importante para ajudar na luta contra as práticas nefastas que impossibilitam escolhas , oportunidades e acesso nas áreas da saúde e educação, afectando as vidas e a dignidade de milhões de meninas, raparigas e mulheres do NOSSO mundo! E eu já conheci tantas! Ajudem-me na amplificação dos seus apelos”, concluiu.

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