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Catarina Furtado estreia nova temporada da série “Príncipes do Nada” na RTP

A série “Príncipes do Nada” vai estrear na RTP, Catarina Furtado falou acerca desta nova temporada e dos locais onde fez as reportagens…

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Catarina Furtado/Instagram
Este sábado, 30 de Maio, Catarina Furtado anunciou a estreia da nova temporada da série documental “Príncipes do Nada”, exibida na RTP1, e cuja última edição foi em 2017.
Através de uma entrevista concedida à TVGuia, a apresentadora explicou tudo o que viu nas suas viagens pelos países em desenvolvimento, onde fez as reportagens.
No Instagram, Catarina Furtado partilhou uma imagem das páginas dessa entrevista, deixando “um cheirinho” de tudo o que aborda a série e da sua experiência nestas causas humanísticas.

“Está quase a estrear na RTP, a minha nova série Príncipes do Nada, (produção Até ao fim do Mundo) e é dela que vos falo nesta Varanda de Esperança, com o coração aberto e ao mesmo tempo nas mãos, um estado permanente em que vivo desde que aceitei há 20 anos, o papel de Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA)”, começou por escrever.

“Tenho conhecido pessoas com dinheiro e sucesso e um gigante vazio interior, uma insatisfação baseada na ambição e na necessidade de regar um umbigo, já está muito entupido. Encontrei a minha felicidade também através do exercício da empatia ao serviço dos meus dias. É uma opção: querer ou não saber. As discriminações, os racismos, as violências, as indiferenças têm por base a ignorância, uma arrogância moral com sustento no medo”, continuou a apresentadora que fez reportagens no Bangladesh, Líbano, Grécia, Uganda e Colômbia.

“Ouvi histórias de enorme coragem, sofrimento e esperança. Refugiados obrigados a fugir à morte! Chorei e ri ao seu lado e prometi fazer chegar a vós os seus apelos! Não estamos a falar de terroristas! Vi pais num pranto, impotentes; ratazanas a morder as crianças nas tendas indignas onde dormem; lamentos de profunda desilusão pela constatação de que afinal a Europa humanista é uma utopia”, acrescentou.

“É o contrário disto que gostava de vos pedir: preocupem-se sim, com os cerca de 70 milhões de pessoas (13 milhões são crianças) que vivem nestas condições. São afinal tão parecidas connosco. Isso assusta?”, concluiu assim Catarina Furtado. 

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