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Carlos Costa desabafa sobre o afastamento da família: “Toda a coscuvilhice, toda a maldade deu frutos…”

Carlos Costa deixou um longo desabafo na sua página de Instagram…

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em

Carlos Costa/Instagram

No passado sábado, Carlos Costa realizou um concerto na sua terra natal- Madeira- no entanto não viu a família.

O artista desabafou, num longo texto deixado nas redes sociais, sobre o afastamento dos seus familiares, que aconteceu com o passar dos anos:

“Toda a coscuvilhice, toda a maldade deu frutos: O afastamento entre mim e aqueles que mais amo é palpável apesar de nos amarmos e respeitarmos. Eles simplesmente deixaram de ver quem conheciam e começaram a acreditar naquilo que o povo dizia”, partilhou.

Carlos Costa referiu que, apesar de tudo o que passou- vítima de comentários maldosos e bullying– sempre optou por não se vitimizar mas sim encarar os problemas e ultrapassá-los com um sorriso no rosto:

“Não sou pessoa de me vitimizar, poderia contar montes de episódios difíceis da minha vida. Simplesmente não faço porque sou mais forte do que isso, porque prefiro entregar um sorriso do que me armar em coitadinho como muitos fazem para vencerem na vida e na TV”, contou.

O cantor apelou para que a maldade deixe de existir na sociedade, porque às vezes pode fazer com que as pessoas sofram muito e não conseguiam superar essa dor:

“A maldade e a podridão da língua e mente das pessoas, só levam a um caminho vazio triste e penoso. O abandono mata! Corrói! Destrói!”.

Contudo, e no mesmo texto, Carlos Costa admitiu depois que foi ele quem se afastou da família:

“Cheguei ao ponto em que não podia ser mais acusado de todos os problemas existentes. Afastei-me porque se era eu a fonte dos problemas a fonte tinha de secar”, escreveu.

“Como eu, existem milhares de jovens que seguem sozinhos e abandonados sem carreiras na TV, sem voz, sem fama, sem dinheiro, sem música, sem amigos. Eu tive a sorte de ser diferente!”, continuou.

O artista referiu depois que “o preconceito tem de acabar” porque, em alguns casos, pode ditar muito sofrimento:

“Muitos desses jovens, sucumbem a uma vida de solidão, noitadas, drogas e prostituição. E é por esta porcaria que o preconceito tem de acabar. O sofrimento causado com bullying e preconceito pode ter dimensões megalómanas”.

“Eu sou eu. Nasci Carlos, nasci artista. Sou feliz. Mas é a pensar em quem não teve a minha sorte, que luto por um mundo semeado de igualdade e regado de amor. Sem distinções. Amo-vos família! Peço perdão pelos erros, sou humano e cometi alguns. Mas tudo o que sou de bom devo a vocês. Sou o mesmo. ❤️”, terminou.

Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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