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Carlos Anjos afasta homicídio e aponta sobre morte de Maycon Douglas: “Estamos perante…”

No entender do comentador da CMTV, “é muito difícil” ter existido um homicídio na morte de Maycon Douglas…

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Maycon Douglas/Instagram e Reprodução CMTV

Ao fim de uma semana desaparecido, o corpo de Maycon Douglas deu à costa sem vida na Praia do Sul, na Nazaré, esta quarta-feira, 7 de janeiro. Nesta altura, a Polícia Judiciária encontra-se a investigar o caso e a autópsia ajudará a perceber o que aconteceu.

No programa ‘Noite das Estrelas’, da CMTV, o comentador Carlos Anjos começou por explicar: “A partir do momento em que ele saiu daquele bar e também a partir do momento em que se percebeu o trajeto que ele fez no carro, tendo em conta que o carro, naquela zona onde caiu à água, ter passado por duas barreiras e ter derrubado essas barreiras até cair na água, só era possível um carro fazer aquilo a uma grande velocidade e por alguém que quisesse aquele destino. Ou seja, que se quisesse atirar a água“.

Sobre a hipótese de ter existido um homicídio, o comentador apontou: “Era muito difícil, por exemplo, Maycon ter sido morto fora daquele local, ter sido posto ao volante e ter sido arranjado um estratagema qualquer com uma tábua, alguma coisa que acelerasse o carro rumo à água, porque ao primeiro obstáculo, por exemplo, essa tábua saía do lugar e o carro parava“.

“Portanto, ter conseguido passar pelo primeiro obstáculo, pelo segundo, e cair dentro de água sem nunca perder a aceleração tinha que ser alguém que estava ao volante do carro e estava perfeitamente consciente daquilo que estava a fazer. Porque mesmo que ele fosse ao lado do condutor e fosse o outro indivíduo, esse tinha que abrir a porta para se atirar para fora do carro antes de cair e isso deixava vestígios no local, o que não acontecia“, acrescentou.

Carlos Anjos indicou que “não havia qualquer sinal de travagem” no local, mas sim “de uma aceleração muito grande“: “A indicação que dava desde início é que quem tinha feito aquilo, tinha-o feito de livre vontade“.

Quanto ao facto de não ter sido encontrado ninguém na viatura, que ficou submersa a seis metros de profundidade, o comentador referiu: “O que nos levou a pensar foi que, na queda, provavelmente o para-brisas partiu-se e o corpo que estava dentro do carro saiu e, com a corrente, era naturalmente que o corpo de Maycon pudesse estar nas imediações do local onde estava o carro. Quando foi localizado, o corpo já estava num avançado estado de decomposição. Não apenas pelo facto de estar há seis dias dentro de água, mas este cadáver esteve seis dias a bater contra aquelas rochas, o que o tornou irreconhecível a olho nu. Apenas foi possível reconhecê-lo pelas tatuagens, pela roupa que vestia e pelo cabelo, porque nesse caso ainda não estava completamente destruído“.

Numa primeira análise feita ao cadáver, “não havia vestígios de disparos” e o corpo “estava cheio de contusões de ter batido nas rochas“. A autópsia, que dirá a causa a morte, poderá apontar “para que a morte tenha sido por afogamento“.

Neste sentido, Carlos Anjos também afastou por completo que tenha existido um homicídio na morte do ex-concorrente do Secret Story 8: “Não há grandes dúvidas que, neste momento, pelo menos a PJ já o anunciou, haja aqui a participação de alguém. Ou seja, estamos perante um caso de suicídio. Agora resta saber, na vida de Maycon, se houve alguma coisa que levou este jovem rapaz a cometer este ato perfeitamente trágico“.

No entender do comentador, “é muito difícil” ter existido um homicídio: “Tendo em conta a forma como esta viatura passa dois obstáculos e cai dentro de água, que não tivesse sido voluntariamente quem fosse ao volante da viatura que quisesse este destino. Era muito difícil uma pessoa inanimada ser colocada ao volante e ser ela própria ou alguém por ela a acelerar a viatura rumo aquele precipício. Dificilmente, isso era quase impossível acontecer. Portanto, aquela viatura caiu conduzida por alguém que queria aquele destino“.

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