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Cabeleireira indignada coloca processo em tribunal após imagens de Cristina Ferreira: “Tinha que fazer alguma coisa…”

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As imagens de Cristina Ferreira a ser tratada por cabeleireiros geraram indignação…

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Reproduções/Redes sociais

Cristina Ferreira recorreu à sua conta de Instagram na passada terça-feira, 26 de janeiro, para mostrar o seu novo look. Na preparação do novo programa da TVI, o “All Together Now”, a apresentadora recorreu às “stories” da sua conta no Instagram para mostrar imagens de profissionais do setor a tratar do seu novo visual.

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No entanto, as imagens acabaram por levantar críticas, uma vez que foram lembrados os cabeleireiros, maquilhadores e outros profissionais da área da beleza que neste momento estão impedidos de trabalhar, devido ao segundo confinamento devido à pandemia.

No entanto, uma cabeleireira de Braga decidiu levar mais longe a sua revolta e colocou uma ação em tribunal contra o Estado, já que na sua opinião deve haver igualdade de tratamento entre profissionais do mesmo ramo: “Se não é possível prestar serviços de cabeleireiro, então ninguém os pode prestar”, declara a profissional numa nota enviada às redações citada pelo Notícias ao Minuto.

Como conta, a ação já terá dado entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, e surge na sequência das imagens de Cristina Ferreira. A gerente da empresa confessa ainda que já teria falado com os advogados sobre uma eventual ação, mas quando viu as publicações da apresentadora sentiu-se revoltada e decidiu avançar: “Tinha que fazer alguma coisa pelas trabalhadoras e por todos os que estão fechados e em dificuldades”.

Vânia Oliveira revela que, apesar de considerar que devem haver restrições na atividade devido à situação pandémica, terá ainda assim que haver igualdade e proporcionalidade: “Se não é possível prestar serviços de cabeleireiro, então ninguém os pode prestar. Além disso, tem que haver igualdade no tratamento dos vários setores, até porque existem exceções na lei que estão com possibilidade de abertura, são focos grandes de contágio, mas não foram obrigados a encerrar”, pode ler-se.

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“Nós queremos discutir o que se passa no país. E isto não é só na nossa área. Podemos ir ao supermercado buscar comida e comprar bebidas, mas no take-away não podemos trazer uma garrafa de água. Se encomendarmos pela Uber, já podemos ter bebida. Isto não me faz sentido. A saúde está preocupante. Fechamos? Sim. Mas então que nos tratem a todos por igual e os apoios aconteçam, sem entraves, porque a fome e as dificuldades estão a surgir”, revela ainda a gerente da empresa.

No entanto, apesar das críticas, há também que defenda a apresentadora, como de resto aqui contámos: “Ela tem uma equipa a trabalhar com ela (…) Ela não foi a um salão específico”“Não é somente esta TV que faz os programas, deixa a mulher trabalhar” ou “Isto passou-se na TVI, onde todos os apresentadores são maquilhados e penteados” foram algumas das mensagens deixadas.

Veja aqui:

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