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Big Brother: Hélder arrasado por Pedro Crispim: “Este tipo só pode ser parvo…”

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O comentador do BB2020 arrasou o concorrente…

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Big Brother 2020 | Instagram

A entrada na casa do novo “Big Brother 2020” tem revelado um pouco mais sobre a personalidade dos concorrentes. Durante o dia de ontem foi visível a interação entre os concorrentes, com vista a conhecerem-se melhor nesta fase do programa.

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Ontem, no final da emissão do TVI Reality, Hélder disse que preferia ser mulherengo do que [apontando Edmar].

Soraia e Iury ficaram chocadas com a expressão do colega de aventura. Hélder insistiu e tentou depois dar a volta à situação.

O comentador do BB2020 Pedro Crispim já reagiu à situação, e não poupou nas palavras para qualificar a atitude de Hélder: “Este tipo só pode ser parvo. O Hélder é inseguro e de nível baixo como já revelou ser desde o início deste BB, até com as mulheres, que diz adorar, quando o próprio não sabe claramente o que é “adorar” alguém, quando isso deverá começar ao respeitarmos o outro”, começa por referir o comentador.

“Quando alguém adulto, de forma consciente e gratuita promove e incita directa ou indirectamente o ódio, através do seu discurso condescendente e totalmente desajustado, revela aí a sua falta de princípios e carácter”, adianta ainda.

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“Atitudes como esta são deploráveis. O machismo e brincadeiras enraizadas de preconceito são consideradas infelizmente normais na nossa sociedade, o que faz com que de forma silenciosa, o ódio seja aceite e alimentado”, revela.

“A informação está acessível a todos, infelizmente a ignorância também, sendo esta última o maior veneno numa sociedade que se pretende informada e inclusiva, e não castradora”, atira.

“Precisamos urgentemente de uma “cura”, para toda e qualquer intolerância! Este tempo que deveria ter servido para organizar ideias, rever prioridades e crescermos, só alguns aproveitaram esta oportunidade para limar arestas e sair desta quarentona de alguma forma melhores, mais empáticos e com outra consciência do Mundo e do ser humano…mas, também deu espaço para quem já era idiota ficasse ainda mais, o Hélder è um claro exemplo disso”, conclui Pedro Crispim.

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