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Avicii: família confirma suicídio e carta de despedida

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A família de Tim Bergling, a super-estrela da música electrónica, mais conhecido como Avicii, que morreu no dia 20 de abril aos 28 anos, divulgou um segundo comunicado, três dias depois do primeiro.

Não está claro o que a mensagem da família significa, embora implique que, de facto, que o sueco cometeu suicídio.

Numa declaração divulgada hoje pela família é revelado ainda que o DJ deixou uma carta de despedida.

Comunicado da família:

“O nosso amado Tim era um sonhador, uma frágil alma artística em busca de respostas para questões existenciais.

Um perfeccionista que viajou e trabalhou duro, num ritmo que levou ao stresse extremo.

Quando parou de fazer a sua tour, ele queria encontrar um equilíbrio na vida, para ser feliz e ser capaz de fazer o que ele mais amava – a música.

Ele lutou com pensamentos sobre o significado da vida, e da felicidade. Ele não podia continuar mais assim. Ele queria encontrar a paz.

Tim não foi feito para a máquina de negócios em que se encontrava. Ele era um jovem sensível, que amava os seus fãs, mas evitava os holofotes.”

Avicii foi encontrado sem vida no dia 20 de abril em Oman, onde se encontrava de férias. A causa da morte não era conhecida até agora.

De recordar que, num documentário sobre a sua vida, Avicii já havia confessado que podia morrer caso não fizesse uma pausa na carreira.

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Rui Maria Pêgo: “Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos.”

O filho de Júlia Pinheiro esteve no programa “5 Para a Meia Noite” e respondeu abertamente as todas as questões que lhe foram feitas…

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Mafalda Veiga/Instagram

Esta quinta-feira, 17 de Janeiro, foi para o ar mais um “5 para a meia noite”, na RTP1.

Rui Maria Pêgo foi um dos convidados do programa e esteve na rubrica “Pressão no Ar”, que consiste num conjunto de perguntas ao entrevistado.

Assim, e confrontado com a questão: “Quais as três pessoas em Portugal que gostavas que calassem mesmo a boca?”, o filho de Júlia Pinheiro respondeu de imediato:

“Maria José Vilaça [a psicóloga que defende que a homossexualidade é uma doença] (…) Maria Leal e tenho uma péssima, não vou dizer”, começou por dizer, atirando de seguida o terceiro nome: “Mafalda Veiga”, confessando: “Mas é porque eu não gosto muito da música mas há pessoas que gostam muito”.

 

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A julgar pelo sorriso, concluímos que o @ruimariapego queria mesmo vir à #pressãonoar! 😀 #5meianoite #rtp

Uma publicação partilhada por 5 Para a Meia-Noite (@5meianoite) a

Mais à frente, e ‘pegando’ na primeira resposta dada pelo animador de rádio, Inês Lopes Gonçalves questiona: “O que é que tu dirias a Maria José Vilaça?”, ao que Rui Maria Pêgo responde:

“Eu diria que… Acho que o grande problema de Maria José Vilaça é não ter experimentado nada que a fizesse realmente feliz. Aliás, há lá um momento em que ela diz, numa entrevista,«podia ter me acontecido a mim, eu estive perto de que me acontecesse». Se calhar podia ir passar umas férias com umas amigas, para animar, não é? ‘Vai Vilaça que é mesmo tua’”.

Num tom mais sério, o filho de Júlia Pinheiro ainda reforçou:

“É gravíssimo que alguém crie um grupo e que venda uma coisa como uma terapia de conversão. Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos e não temos se quer que ter dúvidas”.

Vê a entrevista na íntegra aqui:

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