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As polémicas declarações do Presidente A.E. da Escola Agrária de Santarém

Ivan Ferreira faz comunicado em sua defesa: “Se substituísse a palavra BOSTA pela palavra TERRA o contexto permanecia, e a polémica desaparecia!”

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Ivan Ferreira / Facebook

Ivan Ferreira é o Presidente da Associação de Estudantes da Escola Agrária de Santarém e está envolto numa polémica sobre as praxes naquela instituição, após uma entrevista concedida ao jornal, “O Mirante”.

De acordo com Ivan, a noticia foi descontextualizada e por isso viu-se obrigado a esclarecer, através da sua página de facebook, o que afirma ser a verdade do que disse ao dito jornal.

Na noticia o foco das declarações de Ivan causaram polémica pelas palavras utilizadas:

Se eu mandasse, todos os dias os caloiros mexiam em bosta. Tenho uma pena enorme de o não ter feito todos os dias quando fui caloiro (…) , in O Mirante

No artigo lê-se que Ivan Ferreira, considera que as praxes na ESAS são duras e “Defende que os novos alunos passem por esse processo para que no fim se possam considerar ‘charruas’, acrescentando que não é qualquer um que merece essa denominação, tal como não deve ser qualquer um a ter a honra de vestir o traje académico da Agrária. (…)” , esclarecendo no entanto que ninguém é obrigado a fazer praxe, mas essa atitude não é vista com bons olhos. 

A polémica instalou-se e Ivan quis “esclarecer e posicionar” o que a noticia transcreve das suas palavras e informa que muita coisa que disse numa conversa de 1h30 com duas jornalistas do jornal  foram descontextualizadas “é com enorme pesar que me deparo com a descontextualização das declarações” começa por esclarecer.

Na sua página de facebook o Presidente da Associação de Estudantes deixou um texto onde refere que “A praxe , é uma temática delicada, é necessário que os leitores não fiquem pelo garrafal ‘se eu mandasse todos os dias os caloiros mexiam em bosta’, passo a contextualizar tal declaração,’e de salientar que a praxe com BOSTA é proibida na ESAS, contudo acho que seria algo banal mexer na mesma…”. Esclarece ainda a referencia às suas declarações sobre o corte de cabelo “Admite ser verdade (…) faz parte da tradição das suas praxes, sendo vista como uma falta de respeito a recusa dos alunos em fazê-lo.” , in O Mirante. 

Ivan Ferreira assinala a situação esclarecendo que “Os cabelos por respeito e por igualdade rapados para que se sintam um só, demonstrando a UNIÃO, IGUALDADE E SOLIDARIEDADE, valores de ser CHARRUA…”

Admite que esta é uma escola única e que as praxes são essenciais para integrar os novos alunos, “ambientar o recém-chegado  ‘ao mundo-novo’, onde tudo é diferente, as pessoas, a cidade, o novo quotidiano (…) a PRAXE integra, abre portas, é aqui que se sinaliza maioritariamente os casos de alunos carenciados, e ou com necessidades educativas fazendo a ligação aos órgãos sociais e pedagógicos”, pode ler-se no seu comunicado, e garante que o que se escreve e se lê sobre as praxes apenas tem o intuito de difamar e manipular a imagem da instituição, “…não sentem maior tristeza que eu ao ver ao que chegamos através de algo talvez premeditado, para denegrir a imagem da Escola Superior Agrária de Santarém, utilizando a temátia das praxes.”

Ivan faz ainda um convite aos críticos que não conhecem e opinam sobre o que se escreve e de diz nas redes sociais “Quanto a comentários descabidos por falta de informação de muitos … o melhor é virem ver e viver a ESAS”

Fica o comunicado na integra:

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