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Após revelar que foi vítima de violência, Rita Mendes ‘reage’ a notícias falsas

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” (…) nunca falei no nome Hugo Caetano, o pai da minha filha de quem estou separada desde Maio…”

Publicado

em

Rita Mendes/Instagram

Na passada segunda-feira, 01 de outubro, Rita Mendes recorreu às redes sociais para fazer uma revelação.

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Na sua página de Instagram, a Dj afirmou ter sido vítima de violência, não revelando contudo a identidade do agressor:

“Hoje corre uma corrente que pede que as mulheres coloquem uma foto preta no seu perfil com o intuito de chamar a atenção para a violência doméstica, seja ela de que forma for. Física ou psicológica. Sei na pele, o que dói ser humilhada, minimizada, manipulada, insultada. Sei bem o que é quase perder as forças por “acreditar” merecer as ofensas, críticas e safanões emocionais. Sei bem o que é sofrer retaliações sociais e familiares e sentir me tão em baixo que acreditava “não valer nada”.Sei o quê é não ter com quem falar e sentir vergonha de mim mesma. Por isso, não apago nada. Por isso, dou a cara e olho nos olhos.”, começou por escrever.

No mesmo texto, Rita deixou uma mensagem de “força” a todas as mulheres que estejam a passar pela mesma situação, para que denunciem e acreditem que é possível ‘vencer’:

“Por isso, digo a quem passa pelo mesmo, ou por pior, que é possível ser feliz depois da libertação, pode demorar tempo demais, mas o medo nunca deve superar o nosso direito de nos amarmos a nós mesmas/os. Eu sou feliz e livre agora. Em tempos, não fui. E uma foto Cheia de altivez, de orgulho, confiança e amor próprio é, para mim, o ideal para marcar este momento ????❤️”.

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Hoje corre uma corrente que pede que as mulheres coloquem uma foto preta no seu perfil com o intuito de chamar a atenção para a violência doméstica, seja ela de que forma for. Física ou psicológica. Sei na pele, o que dói ser humilhada, minimizada, manipulada, insultada. Sei bem o que é quase perder as forças por “acreditar” merecer as ofensas, críticas e safanões emocionais. Sei bem o que é sofrer retaliações sociais e familiares e sentir me tão em baixo que acreditava “não valer nada”.Sei o quê é não ter com quem falar e sentir vergonha de mim mesma. Por isso, não apago nada. Por isso, dou a cara e olho nos olhos. Por isso, digo a quem passa pelo mesmo, ou por pior, que é possível ser feliz depois da libertação, pode demorar tempo demais, mas o medo nunca deve superar o nosso direito de nos amarmos a nós mesmas/os. Eu sou feliz e livre agora. Em tempos, não fui. E uma foto Cheia de altivez, de orgulho, confiança e amor próprio é, para mim, o ideal para marcar este momento ????❤️ #violenciadomestica #violenciapsicologica #movimentoapagao #apagaofeminino #serdiferente #coragem #daravolta #womanpower #empowerment #autoestima #amorproprio #desenvolvimentopessoal #coaching Make up: @elsart.hairstylist Outfit: @mariadominguezmadeit

Uma publicação partilhada por Rita Mendes (@ritamendesoficial) a

Ora, depois da revelação, e claro depois de muitas notícias que surgiram na Imprensa cor-de-rosa, Rita Mendes sentiu necessidade de esclarecer os seguidores:

“Sinto me na obrigação de comentar as notícias estrapoladas e cheias de dramatismo que têm surgido após um post meu acerca da violência psicológica.”, começou por escrever.

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Mais à frente e no mesmo texto, a DJ confessou que neste momento é uma mulher bem resolvida e feliz e que o que fez foi “usar” o seu protagonismo público para abordar um tema forte, no entanto, a imprensa não utilizou as suas palavras da melhor maneira:

(…) A questão é que quando a imprensa decide criar “telenovelas” acerca do que expomos com todo o cuidado , fazendo títulos excessivos e fatalistas , e assim se começa a perceber, na pele, o porque de tantas pessoas, terem medo de falar, denunciar e abordar temas sensíveis num sociedade hipócrita onde te incentivam à denuncia e depois “te tentam estragar a vida”. Estragar a vida, como e porquê? Porque nunca falei no nome Hugo Caetano,l @hcaetano, o pai da minha filha de quem estou separada desde Maio, neste texto generalista ( nem do pai meu filho, para que conste também antes que comecem “as apostas”) e as insinuações de algumas revistas apontam para que tenha sido com ele que vivi estas situações, com fotos de ambos, talvez por existir uma separação recente, sobre as razões não abordámos.”

No final, Rita Mendes terminou:
” (…) com 41 anos de idade, vivi uma série de relações emocionais ( umas públicas e outras não) e porque não.. ninguém tem que ter vontade “de sangue” para saber as cuscuvelhices de algum momento de sofrimento pessoal que tenha passado e que no fundo só me aproxima “dos comuns mortais” que muitas vezes se submetem a situações nem eles sabem bem porquê.. por estranhos processos emocionais nossos…”

Lê o post completo aqui:

 

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Sinto me na obrigação de comentar as notícias estrapoladas e cheias de dramatismo que têm surgido após um post meu acerca da violência psicológica. Tenho a sorte de ser uma mulher muito bem resolvida e feliz, com história de vida, montes de momentos altos e obviamente, outros momentos menos bons e isso é que me torna , orgulhosamente, quem sou hoje. Tenho também a sorte ( ou não, já nem sei ;)) de ter voz e algum protagonismo público, que “uso” para além das frívolidades e fait diverts simpáticos da vida, para de quando em vez, abordar temas fortes e que me tocam e para alertar injustiças e situações duras. Como esta. A questão é que quando a imprensa decide criar “telenovelas” acerca do que expomos com todo o cuidado , fazendo títulos excessivos e fatalistas , e assim se começa a perceber, na pele, o porque de tantas pessoas, terem medo de falar, denunciar e abordar temas sensíveis num sociedade hipócrita onde te incentivam à denuncia e depois “te tentam estragar a vida”. Estragar a vida, como e porquê? Porque nunca falei no nome Hugo Caetano,l @hcaetano, o pai da minha filha de quem estou separada desde Maio, neste texto generalista ( nem do pai meu filho, para que conste também antes que comecem “as apostas”) e as insinuações de algumas revistas apontam para que tenha sido com ele que vivi estas situações, com fotos de ambos, talvez por existir uma separação recente, sobre as razões não abordámos. Será, com certeza, mais fácil lancar a notícia que no fundo não seria notícia se fosse só um desabafo e uma associação próxima a uma causa que me toca. Tendo uma cara a acompanhar, torna se mais vendável também. Mais feio e incoerente, isso sim. Muito inconsequente porque isso afeta quem é apontado. Porque nunca foi o que eu disse e porque com 41 anos de idade, vivi uma série de relações emocionais ( umas públicas e outras não) e porque não.. ninguém tem que ter vontade “de sangue” para saber as cuscuvelhices de algum momento de sofrimento pessoal que tenha passado e que no fundo só me aproxima “dos comuns mortais” que muitas vezes se submetem a situações nem eles sabem bem porquê.. por estranhos processos emocionais nossos…

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