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Após momento emotivo em directo, Barbara Bandeira reage: “Quando é que isto vai parar?

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Barbara Bandeira questiona para quando o fim deste tipo de julgamento publico e apela ao coração de quem escolhe esta via para fazer noticia.

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Barbara Bandeira / instagram

Barbara Bandeira esteve ontem no programa de Cristina Ferreira e emocionou-se ao recordar um  episódio recente em que foi “apanhada” na praia com o namorado, tendo sido feita uma referência ao facto de estar “mais gordinha”.

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A cantora admitiu então que  a situação a deixou muito triste, confessando o impacto desse episódio teve em si: “Não fui mais à praia”, afirmou, em lágrimas.

Cristina Ferreira, perante a situação saiu em defesa da cantora, e afirmou mesmo que esta “invasão” da vida privada das figuras públicas pela imprensa não deveria ser permitida.

“Acho que devia haver uma protecção em relação à forma como nós somos expostos na imprensa em situações que não deveríamos ser”, declarou a anfitriã das manhãs da SIC.

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Hoje, e depois de muitas notícias sobre as suas lágrimas em directo, Bárbara Bandeira usou a sua página de instagram para fazer uma reflexão sobre a forma como a imprensa usa, julga e expõe as figuras públicas, principalmente sobre o físico das mulheres.

“Tenho que admitir que não estava à espera de tocar neste assunto, nem nas minhas redes sociais, nem em televisão.Por uma simples razão: magoa.”, começa por escrever confessando que nunca tinha falado das imagens publicadas e noticias feitas porque a magoa.

“Magoou-me imenso ter que me ver estampada na capa de uma revista, como se o facto de eu ter engordado durante a quarentena fosse suficientemente mau para vender mais.”

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Barbara Bandeira revela alguma indignação em relação ás noticias que fizeram pois continuam a minimizar o assunto e a continuar a usar as figuras publicas para ‘vender’ noticias que apenas atacam os visados:
“Após a entrevista de ontem, recebi algumas notícias de revistas que insistem em insinuar nos seus títulos que eu estou muito ofendida “só” porque disseram que eu estou mais “gordinha”., lê-se

A cantora apela à ‘mão na consciência’, se não for pelo facto de a magoarem, pelo menos que se pense nas muitas mulheres que lêem estas noticias e se identificam.

“Vamos tentar perceber, para além de as figuras públicas serem tratadas como desenhos animados, como se nada do que se fizesse ou dissesse neste tipo de revistas as magoasse, que tipo de exemplo estamos a dar? Para além da minha dor, eu penso na de outras raparigas, que podem ter engordado ou emagrecido mais do que gostariam e me veem nesta posição. É isto que querem ensinar? Fotografar pessoas na praia e esticar as fotografias para que seja apelativo julgar a forma ou o tamanho do seu corpo?”

Barbara Bandeira questiona para quando o fim deste tipo de julgamento publico e apela ao coração de quem escolhe esta via para fazer noticia.

“Quando é que isto vai parar? Gostava muito de falar ao coração de quem faz este tipo de artigos, porque eu sei que é importante fazerem o vosso trabalho, mas por favor, sejam mais humanos.”

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Tenho que admitir que não estava à espera de tocar neste assunto, nem nas minhas redes sociais, nem em televisão. Por uma simples razão: magoa. Magoou-me imenso ter que me ver estampada na capa de uma revista, como se o facto de eu ter engordado durante a quarentena fosse suficientemente mau para vender mais. Falei com algumas pessoas antes de fazer este post porque tento sempre resolver este tipo de problemas da forma mais racional possível, até porque caso contrário, tudo se vira contra mim. Mas após a entrevista de ontem, recebi algumas notícias de revistas que insistem em insinuar nos seus títulos que eu estou muito ofendida “só” porque disseram que eu estou mais “gordinha”. Vamos tentar perceber, para além de as figuras públicas serem tratadas como desenhos animados, como se nada do que se fizesse ou dissesse neste tipo de revistas as magoasse, que tipo de exemplo estamos a dar? Para além da minha dor, eu penso na de outras raparigas, que podem ter engordado ou emagrecido mais do que gostariam e me veem nesta posição. É isto que querem ensinar? Fotografar pessoas na praia e esticar as fotografias para que seja apelativo julgar a forma ou o tamanho do seu corpo? Quando é que isto vai parar? Gostava muito de falar ao coração de quem faz este tipo de artigos, porque eu sei que é importante fazerem o vosso trabalho, mas por favor, sejam mais humanos. Até podem não se preocupar comigo, mas preocupem-se com quem vos lê. Provavelmente vão sair mais notícias com títulos extravagantes e distorcidos, mas pelo menos sei que quem os está a escrever leu exatamente o que eu lhe quis dizer. Espero que faças um bom trabalho 🦋

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