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Após assalto, Rita Marrafa de Carvalho faz agradecimento emotivo a agente da PSP: “O agente Louro é uma ave rara…”

A jornalista revelou, de forma emotiva, como o agente conseguiu “salvar” o seu dia…

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Rita Marrafa de Carvalho / PSP / Facebook

A jornalista da RTP Rita Marrafa de Carvalho revelou ontem, através da rede social Facebook, que foi vítima de assalto.

Num longo texto, a jornalista descreve como recuperou dois discos rígidos da RTP que foram roubados do seu carro, à porta de casa, juntamente com outros objectos pessoais.

A acção de um agente da PSP que Rita Marrafa de Carvalho elogia, foi feita numa ação de rotina, já perto das quatro da manhã quando uma pessoa vagueava pela rua com duas caixas debaixo do braço:

O agente Louro entrou à noite. Estava de serviço nocturno na esquadra de Belém. Podia ter ficado na camarata a dormir e levantar-se em caso de urgência. Mas não. O agente Louro entrou no carro patrulha e foi andar pela área. Eram três e tal da manhã. O agente Louro cruzou-se com um homem na rua. Quase 4 da manhã. Lá ia ele, na Avenida do Restelo, duas caixas debaixo do braço. O agente Louro podia ter acenado. Seguido em frente. Ignorado. As pessoas andam na rua à hora que bem lhes apetece!! É um país livre! Mas o agente Louro parou. Mandou-o parar. Perguntou se estava tudo bem. Que levava ele. Duas caixas. Dois discos rígidos. Perguntou-lhe se podia ver. O cidadão podia recusar. O cidadão podia seguir em frente. O cidadão podia indignar-se perante tamanho abuso”, começa por escrever Rita Marrafa de Carvalho.

Depois revela como como recuperou os discos rígidos, devido ao profissionalismo do agente em causa:

O agente Louro desconfiou. Quis ver. Perguntou o que eram, para que serviam. Viu o logotipo da RTP. Pequeno. Numa etiqueta. Resposta: “Encontrei no lixo…” O agente Louro voltou a desconfiar. Apreendeu os discos. Correu o risco. Mandou-o seguir. Não tinha motivos para o deter. Mas a história não batia certo. A hora não batia certo. O agente Louro ficou com os discos. Levou-os para a esquadra. Mandou-o seguir depois de o identificar“, revela.

A jornalista termina o texto com um agradecimento público ao agente e à PSP:

“Os discos, o que mais me interessava, já estão comigo. Recebi-os, há pouco, em mãos, do agente Louro. Que não dormiu. Que desconfiou. Que correu o risco. Fez o seu trabalho? Fez. Mas quem não gosta de receber um “obrigada” por fazer bem o seu trabalho? É para isso que lhe pagam? É. Mas nos dias que correm, encontrar quem, perante a chuva de olhos, de críticas, reparos e insultos, continua a fazer o seu trabalho com brio e primor, é coisa rara. O agente Louro é uma ave rara. E merece receber todos os louros. Obrigada”, concluiu.

Ora veja:

A Polícia de Segurança Pública retribuiu o gesto da jornalista, agradecendo o relato de Rita Marrafa de Carvalho:

“É com enorme satisfação que recebemos o agradecimento publico que a Rita Marrafa de Carvalho nos dirige e publica.
Também nós agradecemos o facto de ter exercido o seu direito de queixa sem demoras o que nos permitiu solucionar a ocorrência. Todos os louros para o nosso Polícia”.

Ora veja:

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