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António Raminhos pede ajuda para bebé com a mesma doença de Matilde

Os pais de Noa precisam de ajuda financeira para os tratamentos da filha

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António Raminhos / Instagram

Desde que o caso de Matilde se tornou público que a Atrofia Muscular Espinhal–Tipo 1 tem estado no centro das atenções.

Os pais dos outros bebés que sofrem com a mesma doença têm-se manifestado também nas redes sociais e, desta vez, António Raminhos destacou a pequena Noa.

O humorista usou o seu Instagram para, em nome da pequena Noa, apelar à solidariedade dos portugueses.

“Isto é uma cegada do catano. Os pais da Matilde felizmente conseguiram ajuda e estão a ajudar outros pais. Mas não dá para todos e cada caso é um caso. Não posso andar a divulgar todos porque infelizmente perde o impacto e acabam todos por perder”, começou por escrever António Raminhos.

“Os pais da Noa, com a mesma doença da Matilde, pedem só ajuda nos tratamentos e mesmo assim não está fácil. Uma bebé que em duas semanas consegue dois milhões, se calhar podemos dar uma forcinha. E tenho a certeza que os pais da Noa não terão problemas em ajudar outros se tiverem suficiente, tal cono fizeram os pais da Matilde. Divulguem e façam aquele donativo carinhoso no valor de um cafézinho… ou de 20”, finaliza o humorista, que deixa as informações necessárias para todos os que queiram ajudar.

Recorde-se que os pais de Matilde criaram uma página no Facebook onde pediam ajuda para angariar dois milhões de euros para um tratamento que ainda não chegou à Europa, o Zolgensma. Como é do conhecimento público, conseguiram angariar a verba necessária.

Entretanto, o Infarmed já autorizou a compra do medicamento que será financiado pelo Estado.

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Sou jornalista desde sempre, diria. Comecei na rádio, no tempo em que ‘explodiram’ as rádios locais. Mais tarde, o ‘bichinho’ do jornalismo regressou e eu voltei, desta vez para as revistas. Trabalhei 11 anos na Media Capital, na revista Lux. Gosto de artistas: actores, actrizes, cantores, gente da televisão… E gosto de escrever sobre eles, de conhecer o seu outro lado. Sou jornalista de formação, tenho a Carteira de Jornalista desde 1993 e isto é o que faço e farei. Para o resto da vida. Provavelmente.

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