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António Leal e Silva analisa desabafo de Margarida Bakker e explica: “É um bocadinho complicado…”

Margarida Bakker falou sobre a experiência de contracenar com a mãe, Alexandra Lencastre, em teatro, e ainda o facto de ser filha de duas caras conhecidas…

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Margarida Bakker/Instagram e Reprodução V+ TVI

Alexandra Lencastre e a filha, Margarida Bakker, estão a contracenar juntas pela primeira vez em teatro na peça ‘A Gaivota’, que está em cena no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Em declarações à TV Guia, Margarida Bakker falou sobre a experiência de trabalhar com a mãe, que já teve em televisão, e abordou o facto de ser filha de duas caras conhecidas, Alexandra Lencastre e Piet-Hein Bakker.

“Não sou uma nepo baby [termo utilizado para definir os filhos de celebridades]. As oportunidades não têm sido muitas, apesar de hoje já dizer que tenho uma espécie de carreira. E esta oportunidade que me foi dada pelo Diogo Infante é única. Qualquer ator que trabalhe com ele cresce imenso e abrem-se portas para coisas maiores. Tenho feito coisas mais alternativas, de forma espaçada, mas acho que chegou a altura de solidificar a minha carreira“, começou por dizer.

Apesar de ter uma nova oportunidade em mãos, a jovem atriz desabafou: “Há muita pressão em cima de mim. Não é fácil. Mas não vou desistir“.

No programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta quinta-feira, 12 de fevereiro, as declarações de Margarida Bakker foram alvo de discussão e António Leal e Silva partilhou a sua análise.

“Os filhos dos famosos têm sempre, são os dois lados da moeda, porque têm uma coisa que é boa, porque, obviamente, não vamos ser hipócritas nem vamos ser aqui falsos nem cínicos, que eu não sou pelo menos, é lógico que as coisas “acabam” de ser um bocadinho mais facilitadas em algumas situações, porque as portas abrem-se com um bocadinho mais de facilidade, as coisas podem ajudar“, referiu.

Contudo, o comentador destacou o que também pode acontecer: “Por outro lado, é sempre complicado. No caso da Margarida, é um bocadinho complicado porquê? Tal como o filho do [Cristiano] Ronaldo, normalmente, quando os filhos acabam por seguir as pisadas dos pais, têm sempre o termo de comparação, que vão dizer: “É boa, mas a mãe é melhor” ou “A mãe é pior e ela é melhor”. Há sempre esse termo de comparação, porque traz uma carga genética“.

Por sua vez, Isabel Figueira sublinhou: “Eu acho é que há uma carga de responsabilidade, sendo uma mãe uma das maiores atrizes que nós temos na praça e o Piet-Hein, que é quem decide muitas vezes isso. Eu acho que a Margarida, se fizer um trabalho exímio e se der provas que é uma grande atriz, irá ter sempre trabalho, não acho que seja impedimento, até pelo contrário“.

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