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Ângelo Rodrigues recorda coma: “Faz um ano em que adormeci por 4 dias…”

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O actor recordou os dias mais difíceis da sua vida… Veja o video!

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Angelo Rodrigues | Instagram

Ângelo Rodrigues viveu em agosto do ano passado o momento mais difícil da sua vida. O actor foi internado no hospital Garcia de Orta, em Almada, com uma infecção na perna, que obrigou o actor a estar internado durante praticamente dois meses.

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Ontem à noite, o actor recorreu ao Instagram para recordar o processo e a altura em que ficou em estado de coma: “Pelo que me contam, faz um ano em que adormeci por 4 dias. Quando acordei, não tinha um príncipe a beijar-me os lábios nem uma velhota de verruga na cara e maçã reluzente na mão — tinha enfermeiras, auxiliares e entes próximos”, começa por explicar.

“Em Fevereiro, quando pisei este mar tão morto quanto eu estive, dava ainda baby steps numa escadaria monumental de resignificação. Incumbido de moldar-me às curvas da vida e às surpresas que ela me deixara pintadas no espelho, vi oportunidade onde muitos viram limitação”, revela.

“Aqui o renascimento é individual e intransmissível, sabem? É o que Chico Anysio, figura importante na história do humor brasileiro, diria: “eu não tenho medo de morrer, eu tenho pena”.”, conclui o actor.

Os seguidores reagiram à publicação com mensagens de carinho: “Vídeo lindíssimo. Que tenhas muita vida em ti, sempre.” ou “Ângelo graças a Deus que agora estás bem eu rezei muito por ti por isso estou feliz por ti 🙏.”, são apenas alguns exemplos.

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Veja o video:

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Pelo que me contam, faz um ano em que adormeci por 4 dias. Quando acordei, não tinha um príncipe a beijar-me os lábios nem uma velhota de verruga na cara e maçã reluzente na mão — tinha enfermeiras, auxiliares e entes próximos. Em Fevereiro, quando pisei este mar tão morto quanto eu estive, dava ainda baby steps numa escadaria monumental de resignificação. Incumbido de moldar-me às curvas da vida e às surpresas que ela me deixara pintadas no espelho, vi oportunidade onde muitos viram limitação. Aqui o renascimento é individual e intransmissível, sabem? É o que Chico Anysio, figura importante na história do humor brasileiro, diria: “eu não tenho medo de morrer, eu tenho pena”.

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