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Ângelo Rodrigues teve “um ano sem qualquer interação sexual”: “Para perceber se conseguia…”

Em conversa com Salvador Martinha, Ângelo Rodrigues recordou um período na sua vida marcado pela ausência de “prazeres mundanos”…

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Ângelo Rodrigues/Instagram e Podcast Ar Livre/Youtube

Poucos dias depois de ter tido alta hospitalar devido a uma pneumonia por aspiração, Ângelo Rodrigues marcou presença no podcast ‘Ar Livre’, de Salvador Martinha, e fez várias revelações sobre o caminho de descoberta, evolução e autoaperfeiçoamento que tem traçado nos últimos anos da sua vida.

A determinada altura, o ator, de 37 anos, começou por partilhar: “O dedicar-me a mim sempre foi uma grande base, como motor de autoaperfeiçoamento e evolução. Comecei a minha vida adulta numa cidade diferente, em Lisboa, e fui tendo namoradas e tendo vida de casado, vida conjugal, durante 10 anos. Muito tempo com namoradas e alguns amigos que fui encontrando e foram ficando. Depois, parei de namorar, deixei-me dessa vida, alguns amigos foram ficando, os que tinham de ser, intensifiquei esse meu trabalho de solitude e de viagens pelo mundo“.

Apesar disso, Ângelo Rodrigues confessou: “Eu também quero constituir família, quero ser pai, quero continuar a viajar, quero ser documentarista, quero solidificar a minha carreira como ator e vejo que, ao dedicar-me mais a mim, vou perdendo outras coisas. Basicamente a minha vida, neste momento, está assim: eu ganho trabalho em Portugal, pego no dinheiro e vou viajar. Mas faço viagens cirúrgicas, coisas que quero realmente saber. Volto para Portugal, trabalho o tempo suficiente, estou com os amigos que tenho de estar e depois já sabem que me vou ausentar durante uns meses“.

Nos minutos seguintes da conversa, o ator constatou que a maior parte dos seus amigos são, hoje, casados e pais e falou numa “recusa constante em render-me“: “Estou muito feliz mesmo“, afirmou.

A conversa avançou para o momento em que Ângelo Rodrigues contou o que fez quando decidiu entrar “a fundo no estoicismo“: “Eu tive um ano sem qualquer interação sexual para fazer um teste comigo, para perceber se será que eu conseguia. Cheguei ao final, fui passando por isso, uma coisa foi levando a outra, fui-me desinteressando pelas mulheres, fui aumentando o meu gosto pela leitura, penso que fui tornando mais interessante, mais profundo, com pensamentos mais complexos, fui-me tornando num ser humano melhor, sozinho e com tempo para fazer as coisas“.

Ao mesmo tempo ausente desses prazeres ditos mundanos, fui perdendo a confiança, fui ficando mais menino, mais voltar à adolescência e não saber o que fazer, porque voltam os medos e inseguranças e isso volta tudo“, acrescentou.

Veja em baixo:

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