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A carta de Cristiano ao programa desportivo “El Chiringuito”: “Quero despedir-me de vocês de uma forma especial…”

As palavras do jogador foram reveladas no programa de ontem pelo jornalista e comentador Édu Aguirre, que se tornou um grande amigo de Cristiano Ronaldo..

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Cristiano Ronaldo continua a surpreender com a sua saída de Espanha para Itália.

Depois da mensagem que deixou aos adeptos do Real Madrid na sua saída do clube, Ronaldo quis também deixar uma mensagem ao programa de televisão desportivo, “El Chiringuito de Jugones”, onde tantas vezes foi comentado, positiva e negativamente.

As palavras do jogador foram reveladas no programa de ontem pelo jornalista e comentador Édu Aguirre, que se tornou um grande amigo de Cristiano Ronaldo:

“Cristiano Ronaldo  escreveu uma carta durante as suas férias ao programa El Chiringuito, porque Cristiano tem muito carinho pelo programa”

O jogador deixou uma mensagem de agradecimento, compreensão e respeito pelo programa:

“Querido Chiringuito: Comecei uma nova etapa e quero despedir-me de vocês de uma forma especial porque vocês têm algo de especial. Quero agradecer-vos o apoio que quase todos sempre me deram. Obrigada aos madridistas do programa porque senti a vossa força em muitas ocasiões e isso não esquecerei.”

Dirigiu-se a todos os comentadores individualmente, aos que o sempre o defenderam e também aos que o ‘atacaram’ mostrando compreensão e respeito pelo seu trabalho, referindo que aprendeu com muito do que foi dito e comentado no programa sobre si:

“Ao Roncero, quero agradecer-te o apoio e o carinho incondicional que sempre tive da tua parte. Ao Edú agradeço por tanto… Por ser o meu escudo, o meu defensor e meu amigo. Também agradeço a todos os que me criticaram porque com tudo se aprende. Carme, Jota, Quim e Soria, a verdade é que vocês foram uma grande motivação para mim. Sei que faz parte da rivalidade desportiva.”

O jogador termina com um agradecimento ao apresentador Josep Pedrerol prometendo-lhe uma entrevista, e garante que apesar de ir para Itália continuará a segui-los e a assistir desejando-lhes muito sucesso para o futuro:

“Ao Josep, obrigada pela tua defesa, prometo-te que se chegar ao fim dou-te outra entrevista. A vida dá-nos lições diárias e eu também aprendo no dia a dia. Desejo muito êxito ao programa, vou continuar a ver-vos em Itália. Um beijo de toda a minha família e não se esqueçam de ser felizes.”

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

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TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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